Relação entre hábitos alimentares, peso corporal e saúde intestinal em indivíduos adultos.

Autores

  • Thayná Belquiz Lopes Aguiar Bacharel em Nutrição-Nutricionista, Faculdade de Saúde e Humanidades Ibituruna – FASI, Montes Claros, MG, Brasil. Autor https://orcid.org/0000-0003-0227-2109
  • Ana Paula Barbosa Santos Bacharel em Nutrição-Nutricionista, Faculdade de Saúde e Humanidades Ibituruna – FASI, Montes Claros, MG, Brasil. Autor https://orcid.org/0000-0003-0953-6605
  • Kássia Héllen Vieira Mestre em Ciência e Tecnologia de Alimentos-Nutricionista e Docente do Curso de Nutrição, Faculdade de Saúde e Humanidades Ibituruna – FASI, Montes Claros, MG, Brasil. Autor https://orcid.org/0000-0002-9272-4131

DOI:

https://doi.org/10.15517/61ahp737

Palavras-chave:

Comportamento alimentar, Disbiose, Estado nutricional, Microbiota gastrointestinal, Obesidade

Resumo

Introdução: A disbiose pode estar relacionada à hábitos alimentares ruins e alterações metabólicas que podem contribuir para o excesso de peso.

Objetivo: Avaliar as escolhas alimentares que modulam a microbiota intestinal e a associação entre a saúde intestinal e o peso corporal de indivíduos adultos.

Método: Estudo analítico, correlacional-descritivo e transversal realizado com 99 participantes, adultos, de ambos os sexos. Utilizou-se um Questionário Sociodemográfico e de Frequência Alimentar para coletar dados sociodemográficos, peso corporal, altura, frequência de consumo de alimentos fontes de prebióticos e probióticos e o Questionário de Rastreamento Metabólico (QRM), para investigar a saúde intestinal. O estudo ocorreu de forma online, via Google forms, sendo divulgado através das redes sociais (Facebook, Instagram, WhatsApp). Realizou-se uma análise descritiva dos dados e para associação entre variáveis empregou-se o teste Qui-quadrado de Pearson.

Resultados: Do total de participantes, 74,7% eram mulheres. Quanto à classificação do Índice de Massa Corporal (IMC), 60,6% apresentaram eutrofia 24,2% sobrepeso e 9,1% algum grau de obesidade. Os alimentos fontes de probióticos e prebióticos mais consumidos foram queijo, iogurte, leites fermentados e banana, maçã, aveia, respectivamente. Porém, são alimentos que não fazem parte do consumo diário para a maioria dos participantes. Não houve diferença significativa entre a associação com IMC com sexo, escorefinal do QRM e somatório final dos sintomas gastrointestinais (p=0,76, p=0,29, p=0,70), respectivamente.

Conclusão: Nota-se uma baixa frequência de consumo de alimentos que auxiliam na saúde intestinal. No entanto, não foi constatado que o peso corporal exerce influência na composição da microbiota intestinal.

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Publicado

2026-07-16

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Artigos originais