Verificação da Estrutura Fatorial da Escala de Autoconceito Profissional em Funcionários de Diferentes Empresas Brasileiras

Autores/as

  • Nilton Soares Formiga Faculdade Internacional da Paraíba Autor/a
  • Luis Felipe de Oliveira Fleury Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Autor/a
  • Marcos Aguiar Souza Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Autor/a
  • Marco Antonio Ferreira Souza Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.15517/ap.v29i118.17109

Palabras clave:

Autoconceito profissional, análise fatorial confirmatória, contexto organizacional.

Resumen

Os estudos sobre o autoconceito profissional ganham cada vez mais expressão e importância, uma vez que sua compreensão pode contribuir para a explicação de importantes variáveis dentro e fora do contexto organizacional. No presente estudo, o objetivo foi investigar a estrutura fatorial da escala de autoconceito profissional em funcionários de empresas brasileiras públicas e privadas. Participaram 490 trabalhadores de 16 a 68 anos, dos quais 169 pertenciam a empresas públicas e 321 a empresas privadas. Os resultados apontam que o modelo original trifatorial da escala apresentou indicadores estatísticos que justificam a sua fidedignidade e consistência estrutural. Destaca-se então a confirmação do modelo proposto pelos autores da escala, não somente na amostra geral de trabalhadores, mas, também, separadamente em trabalhadores de empresa publica e privada, podendo assim, observar que, nas três amostras, os indicadores estiveram de acordo com o exigido na literatura estatística.

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Biografía del autor/a

  • Nilton Soares Formiga, Faculdade Internacional da Paraíba

    Faculdade Internacional da Paraíba/Laureate International Universities.

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Publicado

2015-06-18

Cómo citar

Formiga, N. S., de Oliveira Fleury, L. F., Aguiar Souza, M., & Ferreira Souza, M. A. (2015). Verificação da Estrutura Fatorial da Escala de Autoconceito Profissional em Funcionários de Diferentes Empresas Brasileiras. Actualidades En Psicología, 29(118), 47-55. https://doi.org/10.15517/ap.v29i118.17109