Marital Relationship and Tactics of Conflict Resolution between Couples

Authors

  • Simone Dill Azeredo Bolze Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil Author
  • Beatriz Schmidt Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, Brasil Author
  • Maria Aparecida Crepaldi Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil Author
  • Mauro Luís Vieira Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil Author

DOI:

https://doi.org/10.15517/ap.v27i114.4828

Keywords:

Marital Relationships, Marital Conflict, Interpersonal Relationship

Abstract

This research aims to characterize the marital relationship and tactics of conflict resolution between couples. The participants were 104 couples from a state located in the south of Brazil, totaling 208 respondents. The average age of the women was 33.27 years old and men 36.45. The time of conjugal union ranged from one year to 27 years and the average was 10.74. The measurements used were: a questionnaire to characterize the marital relationship and the Revised Conflict Tactics Scales (CTS2). The results obtained by means of statistical analyzes suggest that most couples consider to experience a harmonic conjugal relationship with preponderance of negotiation strategies in emergency cases of marital conflict. However, attitudes involving psychological aggression also appeared as forms of conflict resolution. The results contribute to elucidate the inter-relational dynamics of healthy marriages.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biographies

  • Simone Dill Azeredo Bolze, Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil

    Psicóloga (Unisinos), Mestre em Psicologia (UFSC), Doutoranda em Psicologia (UFSC).

  • Beatriz Schmidt, Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, Brasil

    Psicóloga (UFSC), Mestre em Psicologia (UFSC), Psicóloga Judiciária (TJ/PR).

  • Maria Aparecida Crepaldi, Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil

    Doutora em Saúde Mental pela Universidade de Campinas (UNICAMP), Docente do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

  • Mauro Luís Vieira, Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil

    Doutor em Psicologia Experimental pela Universidade de São Paulo (USP), Docente do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

References

ABEP. (2011). Associação Brasileira de Pesquisa e Mercado. Critério de Classificação Econômica Brasil. Retrieved www.abep.org

Alvim, S. F., & Souza, L. d. (2005). Violência conjugal em uma perspectiva relacional: homens e mulheres agredidos/agressores. Psicologia: teoria e prática, 7, 171-206.

Benetti, S. P. C. (2006). Conflito Conjugal: Impacto no Desenvolvimento Psicológico da Criança e do Adolescente. Psicologia: Reflexão e Crítica, 19(2), 261-268. DOI: https://doi.org/10.1590/S0102-79722006000200012

Bolze, S. D. A. (2011). A relação entre engajamento paterno e qualidade de relacionamento conjugal de pais com crianças de 4 a 6 anos. Dissertação de Mestrado não publicada. Programa de PósGraduação em Psicologia - Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC - Brasil. Florianópolis.

Bolze, S. D. A., Schmidt, B., Crepaldi, M. A., & Vieira, M. L. (2011). Conflito conjugal: uma revisão da produção científica brasileira. Pensando Famílias, 15(2), 51-69.

Braz, M. P., Dessen, M. A., & Silva, N. L. P. (2005). Relações Conjugais e Parentais: Uma Comparação entre Famílias de Classes Sociais Baixa e Média. Psicologia: Reflexão e Crítica, 18(2), 151-161. DOI: https://doi.org/10.1590/S0102-79722005000200002

Buss, D. M., Larsen, R. J., Westen, D., & Semmelroth, J. (1992). Sex differences in jealousy: Evolution, physiology, and psychology. Psychological Science, 3, 251-255. doi: 10.1111/j.1467-9280.1992.tb00038.x DOI: https://doi.org/10.1111/j.1467-9280.1992.tb00038.x

Dancey, C. P., & Reidy, J. (2006). Estatística sem matemática para psicologia: usando SPSS para windows. Porto Alegre: Artmed.

Féres-Carneiro, T. (1998). Casamento contemporâneo: o difícil da individualidade com a conjugalidade. Psicologia: Reflexão e Crítica, 11(2), 379-395. DOI: https://doi.org/10.1590/S0102-79721998000200014

Féres-Carneiro, T., & Diniz Neto, O. (2010). Construção e dissolução da conjugalidade: padrões relacionais. Paidéia (Ribeirão Preto), 20, 269-278. DOI: https://doi.org/10.1590/S0103-863X2010000200014

Fincham, F. D. (2003). Marital Conflict: Correlates, Strucuture and Context. Current Directions in Psychological Sciences, 12(1), 23-27. DOI: https://doi.org/10.1111/1467-8721.01215

Garcia, M. L. T., & Tassara, E. T. d. O. (2001). Estratégias de enfrentamento do cotidiano conjugal. Psicologia: reflexão e crítica, 14(3), 635-642. DOI: https://doi.org/10.1590/S0102-79722001000300019

Goeke-Morey, M. C., Cummings, E. M., Harold, G. T., & Shelton, K. H. (2003). Categories and continua of destructive and constructive marital conflict tactics from the perspective of U.S. and Welsh children. Journal of Family Psychology, 17(3), 327-338. DOI: https://doi.org/10.1037/0893-3200.17.3.327

Harris, C., & Christenfeld, N. (1996). Gender, jealousy, and reason. Psychological Science, 7, 364366. doi: 10.1111/j.1467-9280.1996.tb00390.x DOI: https://doi.org/10.1111/j.1467-9280.1996.tb00390.x

Humbad, M. N., Donnellan, M. B., Klump, K. L., & Burt, S. A. (2011). Development of the brief romantic relationship interaction coding scheme (BRRICS). Journal of Family Psychology, 25(5), 759–769. DOI: https://doi.org/10.1037/a0025216

IBGE. (2010). Estatísticas da população nos Municípios de Santa Catarina – Dados do Censo 2010 publicados no Diário Oficial da União do dia 04/11/2010. Retrieved http://www.censo2010.ibge.gov.br/dados_divulgados/index.php?uf=42

McGoldrick, M. (1995). A união das famílias através do casamento: o novo casal. In A. Médicas (Ed.), As mudanças no ciclo de vida familiar: uma estutura para a terapia familiar (pp. 184-205). Porto Alegre.

Mônego, B. G., & Teodoro, M. L. M. (2011). A teoria triangular do amor de Sternberg e o modelo dos cinco grandes fatores. Psico-USF, 16, 97-105. DOI: https://doi.org/10.1590/S1413-82712011000100011

Narciso, I., & Ribeiro, M. T. (2009). Olhares sobre a conjugalidade. Lisboa: Coisas de Ler.

Norgren, M. d. B. P., Souza, R. M. d., Kaslow, F., Hammerschmidt, H., & Sharlin, S. A. (2004). Satisfação conjugal em casamentos de longa duração: uma construção possível. Estudos de Psicologia (Natal), 9, 575-584. DOI: https://doi.org/10.1590/S1413-294X2004000300020

Oliveira, M. G. S. d., Falcone, E. M. d. O., & Junior, R. d. C. R. (2009). A avaliação das relações entre a empatia e a satisfação conjugal: Um estudo preliminar. Interação em Psicologia 13(2), 13(2), 287-298. DOI: https://doi.org/10.5380/psi.v13i2.8025

Perlin, G., & Diniz, G. (2005). Casais que trabalham e são felizes: mito ou realidade? Psicologia Clínica, 17, 15-29. DOI: https://doi.org/10.1590/S0103-56652005000200002

Rauer, A. J., Karney, B. R., Garvan, C. W., & Hou, W. (2008). Relationship risks in context: a cumulative risk approach to understanding relationship satisfaction. Journal of Marriage and Family, 70(2), 1122–1135. DOI: https://doi.org/10.1111/j.1741-3737.2008.00554.x

Schmidt, B. (2012). Relacionamento conjugal e temperamento de crianças com idade ente quatro e seis anos. Dissertação de Mestrado não publicada. Programa de Pós-Graduação em Psicologia - Universidade Federal de Santa Catarina - Brasil. Florianópolis.

Silvares, E. F. M., & Souza, C. L. (2008). Discórdia conjugal:Distúrbios psicológicos infantis e avaliação diagnóstica comportamental-cognitiva. Psicologia: Teoria e Prática, 10(1), 200-213.

Straus, M. A. (1979). Measuring intrafamily conflict and violence: The conflict tactics (CT) scales. Journal of Marriage and the Family, 75-88. DOI: https://doi.org/10.2307/351733

Tagler, M. J. (2010). Sex differences in jealousy: comparing the influence of previous infidelity among college students and adults. Social Psychological and Personality Science, 1, 353-360. doi: 10.1177/1948550610374367 DOI: https://doi.org/10.1177/1948550610374367

Wiederman, M. W., & Allgeier, E. R. (1993). Gender differences in sexual jealousy: adaptionist or social learning explanation? . Ethology and Sociobiology, 14, 115–140. doi: 10.1016/01623095(93)90011-6 DOI: https://doi.org/10.1016/0162-3095(93)90011-6

Wood, N. D., Crane, D. R., & Keller, P. S. (2011). Tracking marital adjustment, hostility, and physical functioning across time in a therapy population: A biopsychosocial model. Contemporay Family Therapy. doi: 10.1007/s10591-011-9164-4 DOI: https://doi.org/10.1007/s10591-011-9164-4

Wright, D. W., A.Simmons, L., & Campbell, K. (2007). Does a marriage ideal exist? Using QSort methodology to compare young adults’ and professional educators’ views on healthy marriages. Contemporary Family Therapy, 29, 223-236. DOI: https://doi.org/10.1007/s10591-007-9044-0

Published

2013-05-15

How to Cite

Azeredo Bolze, S. D., Schmidt, B., Aparecida Crepaldi, M., & Vieira, M. L. (2013). Marital Relationship and Tactics of Conflict Resolution between Couples. Actualidades En Psicología, 27(114), 71-85. https://doi.org/10.15517/ap.v27i114.4828