GIPE-Corpo: Corporeidades como epistemologías vivas en la Práctica como Investigación

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.15517/mm7j4d98

Palabras clave:

corporeidades, abordaje somático-performativo (práctica-inmersión como investigación), educación contra- colonial, interdisciplinariedad, artes y humanismo

Resumen

Este trabajo analiza los caminos y desarrollos del Grupo Interdisciplinar de Investigación y Extensión en Corporeidades e(n) Ecoperformance (GIPE-Corpo), vinculado al IHAC y al PPGAC/UFBA. El grupo cuenta con cuatro líneas: Ecoperformance; Práctica como Investigación; Corporeidad y Educación De-Contra-Colonial; y Somática y Tecnología. Desde la perspectiva de la performatividad y de la Práctica como Investigación (PaR), y mediante la Abordaje Somático-Performativa como metodología común, presentamos avances de investigaciones en curso que abordan temas como: Hidróceno y Neurodiversidad (Ciane Fernandes); Cuerpas-guerra (Brenda Arelli Urbina Bolaños); Narrativas míticas de personas LGBTQIAPN+ (Georgenes Isaac do Carmo Santos); Afrocaboclo y musicalidad amazónica (Joliene Nascimento); Corporeidades Zaguates (Leonardo José Sebiane Serrano); Cuerpos y Afectos en la creación escénica (Mauro César Alves); Corporeidades Ígneas (Saulus Castro Bomfim); y Acciones Cosmográficas urbanas (Domingos Sávio Farias de Alburquerque Junior).  Estas investigaciones conciben las corporeidades como fuentes de producción de conocimiento y desarrollan procesos contracoloniales que cuestionan las dualidades, confrontan las lógicas de subalternización y reterritorializan memorias vitales. 

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Publicado

2026-08-21

Número

Sección

Dossier (sección arbitrada)

Cómo citar

GIPE-Corpo: Corporeidades como epistemologías vivas en la Práctica como Investigación . (2026). Estudios, 52. https://doi.org/10.15517/mm7j4d98