Resumen

Em 1989, quando a autora deste estudo ingressou no curso de fisioterapia da Universidade
Estadual da Paraíba (UEPB), existia, em média, no Brasil quarenta cursos de dita profissão. Pouco
mais de uma década depois, no ano de 2002, esse número passou para aproximadamente duzentos
e cinqüenta. Ademais, segundo estatísticas recentes do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais (INEP), adscrito ao Ministério da Educação, todos os anos ingressam, nestes
cursos de fisioterapia aproximadamente 44.000 estudantes (COFFITO, 2002). No vestibular da
Universidade de São Paulo (USP), do ano de 1999, o curso de fisioterapia foi o mais concorrido de
todos os oferecidos por esta prestigiada instituição de ensino superior, com uma média de 92,68
candidatos por vaga. Salvo melhor juízo, estes e muitos outros dados semelhantes sugerem que
a fisioterapia – enquanto disciplina da área da saúde – tem experimentado um importantíssimo
crescimento no país.
No entanto, muito pouco se sabe ainda sobre a origem, a evolução e a atual conjuntura
da fisioterapia, sobretudo no que diz respeito à inserção desta profissão no SUS e sua relação
com a saúde coletiva que, como mencionado, se preocupa com as necessidades sociais em saúde,
portanto, de muito interesse para os fins deste estudo.

Palabras clave: tratamiento médico, terapia, historia, dinámica de la población, formación